Aprender com a Dinamarca, Finlândia, Holanda e EUA

Para si, empreendedor, inventor ou, simplesmente, empenhado em “fazer” algo diferente, conheça e participe no projecto Magical Industry Tour que a AIP vai desenvolver ao longo de 2016 e 2017. Nesta primeira fase do projeto, fomos visitar os ecossistemas empreendedores da Dinamarca, Finlândia, Holanda e EUA e observar as melhores práticas internacionais ao nível da cultura maker.

Todas as entidades visitadas, quer na Europa, quer nos EUA, ainda que com práticas de diferentes formatos, apresentam dinâmicas muito interessantes e todas elas impulsionadoras de novas ideias e novos negócios. Alguns exemplos:

DINAMARCA – Skylab (Technical University of Denmark) – Espaço com múltiplas valências para estudantes empreendedores, que lhes permite transformar ideias em startups: fablabs, workshops; apresentações semanais para empresas e financiadores; apoio para campanhas de crowdfunding; metodologias formais e informais.

FINLÂNDIA – VTT (Technical Research Centre of Finland) – Laboratório de referência mundial, que tem criado, ao longo do tempo, ligações estreitas entre instituições de investigação finlandesas e empresas de todo o mundo. O desafio atual é o de proporcionar a “transformação” de quadros superiores e desempregados em empreendedores.

HOLANDA – Bouwkeet – Primeiro makerspace social na Europa, com valências de criatividade muito diversificadas (têxtil, metais, madeiras, electrónica, …), com o objectivo de integração de minorias e com financiamento privado assegurado por filantropo.

EUA – Martin Trust Center for MIT Entrepreneurship – fundado em 1990, pelo professor Edward Roberts, que fornece conhecimento, suporte e conexões necessárias para formar empreendedores orientados para a inovação. Os instrumentos utilizados são muito diversificados, desde programas sectoriais, de aceleração, prémios, interação entre empresas.

As lições tiradas foram muitas e a elas voltaremos com detalhe no Relatório do Estudo de Benchmarking a disponibilizar, em setembro, no site do projeto. A aposta na inovação e no empreendedorismo é clara. A criação de valor para o mercado é nota dominante. Informalidade, colaboração, pragamatismo e voluntariado, seguramente pilares estruturantes de muitos processos. Ecosistemas empreendedores, de facto, a funcionar!

Outras fases do projeto se seguirão:

Concepção de conteúdos didáticos para um percurso empreendedor de sucesso;
Disponibilização de ferramentas e espaços “maker” para estimular a criatividade e realização de protótipos;
Dinamização de participação em novas formas de financiamento, particularmente, o crowdfunding que funcionará como teste dos produtos.

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